Frase do dia: Aqui jaz um coração partido Hoje tomei a seguinte conclusão: nunca mais tentarei nem mesmo ficar com alguém. Pois vi que realmente sou um homem do século passado, do tempo em que se amava alguém. Este foi meu problema, falei para esta pessoa que a amo e o que aconteceu? Nada. Ela estava ficando com outro e eu perguntei: Você ama ele? Qual a surpresa quando ouvi um claro que não. Pronto, vendo irmão, as pessoas ao meu redor e tudo que me rodei, e o caso de hoje vi que amor é coisa do passado, hoje a conquista é apenas um jogo. Antes você conquistava alguém revelando seus sentimentos por ela, hoje se você faz isto você está condenado a morrer sozinho, ela pelo menos vai manter a amizade, pois ela é uma menina realmente muito especial, mas muitas mulheres são cruéis, se você fala que ama, ela pisa em você, esta pelo menos não. Mas repito a frase acima: aqui jaz um coração, não quero aprender este jogo imbecil de fingir o que se sente. Eu sou eu o tempo todo, não tem e não quero fugir disto. Se alguém em ama, me fale, mas vou morrer solteiro, pois afinal de contas, qual guria que vai atrás de piá? “Ah, é ser oferecida.””Onde já se viu? Os piás que cheguem.” Que nojo. Eu desconfio que sou a reencarnação de alguém que viveu na década de 20 do século passado, pois eu sinto saudades daquela época, mas não vivi aquela época, como se explica isto? As músicas que eu gosto são de velho, quem ouve Ataulfo Alves? Alguém tem a mínima idéia de quem diabos é Ataulfo Alves? Levo um susto cada vez que leio num livro que o personagem ligou o motor do carro, nos livros que eu leio, carro é sinônimo de tílburi, charrete, carroça, carruagem, diligência, ou seja, neles você não liga o motor, você dá batida de corda nele juntamente com um grito, e como poluição sonora tem os relinchos e batida da ferradura no chão, e como poluição atmosférica o cheiro de merda espalhado pelo chão. Aliás, alguém que lê este blog porventura sabe o que é tílburi? Não duvido que nem no dicionário exista mais. “Para empregarmos palavras simples – o nosso herói estava agora apaixonado até a raiz dos cabelos por Clawdia Chauchat. Usamos novamente este termo, uma vez que pensamos ter feito o necessário para evitar o mal-entendido que ele poderia originar.” Thomas Mann, A Montanha Mágica

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