FLAVIO O SAPIENTE

blog que conterá o melhor da filosofia flavística

sábado, 30 de dezembro de 2006

Ecce mundis, broxanctus est IV

Hoje vi um dado que me deixou estarrecido, subtraindo-se o que se gasta com serviços da dívida, do que sobra, 92% o estado brasileiro gasta consigo mesmo, ou seja, só 8% é para o resto, isto expilica porque setores importantíssimos para o país como Embrapa, ou infraestrutura, ou setores como educação estão praticamente sem verbas, isto me faz chegar a conclusão que definitivamente o mundo é broxante, pois como é que se pode mudar este país num governo que gasta mau o que tem, ainda tem gente que acha que não devemos pagar a dívida. Está certo que precisa urgentemente de passsar por uma auditoria, pois a grande verdade é que ninguém sabe quanto é, o próprio Banco Central admite uma margem de erro de "apenas" 2 bilhões de reais, fora a que se cumulou por clásulas abusivas como juros variáveis; mas não é o superávit primário que atrasa o país, é a incompetência que se alastra para o sistema sistema público, e que atrapalha a vida de quem trabalha. Confesso que quase tenho um ataque cada vez que vejo o Lula falando, porém esta incompetência não começou só com o governo do PT, ela já ocorria com todos que já governaram este país no período que iniciou em 22 de abril de 1500 e perdura até hoje, e o mais revoltante é que apesar de meu sonho de me ingressar na política para tentar mudar este país para melhornão pode ser realixado, fico frustrado, pois este sistema político não permite que pobre seja candidato, se aprovassem o voto distrital, em que você pede voto basicamente para seus vizinhos, as campanhas seriam muito mais baratas, e assim eu, Flávio dos Santos, poderia ser um deputado federal, e assim iniciar uma carreira, e finalmente tornar-me presidente deste país, mas enquanto isto naõ acontece só me resta reclamar. Por enquanto minhas incursões na política resume-se ao movimento estudantil, morto e enterrado na retórica vazia de ação, como o Fórum Social Mundial, que salvo engano não trouxe mudança concreta nenhuma. "Um país é atrasado pelo somatório dos pequenos atos malfeitos, matados, improvisados, impensados e de horizonte curto." Cláudio Moura e Castro

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